Mensagem de Natal do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas

 

Chegada mais uma quadra natalícia e de Ano Novo, gostaria de dirigir às Comunidades Portuguesas em todo o mundo algumas palavras, no momento em que inicio as minhas funções e cumprindo uma prezada tradição.

 

Na época de Natal, as nossas atenções voltam-se para a nossa família, para os nossos amigos e entes queridos, os que temos por perto e os que, muitas vezes por força das circunstâncias e contra a nossa vontade, não podemos reunir à nossa volta.

É um tempo de comunhão, de partilha de afetos e de celebração, mas também de reflexão sobre o nosso papel enquanto indivíduos e enquanto comunidade, sobre o presente e o futuro, um tempo que queremos de paz e de esperança, mais ainda quando encaramos uma realidade feita de tantos desafios e incertezas.

 

A todas as portuguesas e portugueses emigrantes, jovens e idosos, quero expressar a minha profunda admiração pela sua coragem, pela sua determinação em construir um futuro melhor e pela sua solidariedade nos momentos adversos. Estas são as virtudes da alma portuguesa que importa preservar e nutrir, não apenas em época de festas, mas todos os dias e todos os anos.

 

Aos mais carenciados, aos mais idosos e aos mais sós, aos que passarão o Natal longe do seu país e das suas famílias, uma palavra especial de carinho e de solidariedade. A esses concidadãos, queremos dedicar uma especial atenção no âmbito da nossa ação, garantindo um apoio sustentado aos que se dedicam a prestar-lhes a ajuda de que necessitam, e reforçando a sua proteção social.

 

A todas as Comunidades Portuguesas, queremos assegurar uma maior ligação à sua Administração e ao seu país. A todas e todos, procuraremos facilitar o exercício da sua cidadania e a sua participação cívica, nos seus países de acolhimento e de residência, tal como em Portugal. E porque sabemos que a “saudade da terra” melhor se alivia no reencontro com o sentimento de pertença e de identidade, tudo faremos, nos próximos anos, por manter vivas a nossa cultura, a nossa língua e a nossa memória.

 

Penso igualmente nos milhares de jovens que, ao longo dos últimos anos, partiram contrariados, em busca de uma vida melhor, com o sentimento de que é nosso dever promover a sua integração nos seus países de acolhimento, salvaguardando os seus direitos, e esforçarmo-nos por lhes proporcionar uma ligação à sua pátria. Uma das formas de apoiar a nossa diáspora continuará a ser a dinamização do movimento associativo dos emigrantes, enquanto instrumento de coesão e partilha de valores entre as novas e as velhas gerações. Iremos ainda ao encontro dos jovens emigrantes portugueses e luso-descendentes empresários, potenciando o seu contributo para o desenvolvimento do nosso país, da nossa economia e do nosso bem-estar, com eles dialogando nomeadamente através das estruturas locais e associativas e fomentando o seu investimento em Portugal.

 

Nesta ocasião, não poderia deixar de saudar todas e todos quantos, na nossa rede diplomática e consular, nos serviços internos e externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, contribuem, com o seu trabalho e dedicação, para a melhoria do atendimento e do apoio às Comunidades Portuguesas, ajudando a fazer um Portugal mais próximo dos seus cidadãos, onde quer que se encontrem.

 

Uma palavra, ainda, de reconhecimento pelas mulheres e homens de cultura, académicos e professores que, todos os dias, promovem e defendem a nossa língua e a nossa cultura no mundo. Também eles são parte do legado da nossa memória e da nossa identidade.

 

Finalmente, quero prestar homenagem à memória dos nossos compatriotas, vítimas inocentes dos atentados de Paris do dia 13 de novembro último. A estes portugueses que, tragicamente, perderam a vida por se terem plenamente integrado na sociedade francesa e dela fazerem parte ativa, às suas famílias e amigos, o meu mais sentido pesar.

 

Com o seu contributo para a projeção da nossa cultura, da nossa língua e da nossa economia, e com o seu trabalho de cada dia, os emigrantes portugueses são os melhores embaixadores de Portugal, porque prestigiam o nosso país e a nossa imagem no mundo, uma imagem de um Portugal cada vez mais moderno e inovador.

 

A todas e todos, desejo um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.

 

 
 
 
 
 
 
 

OLIMPÍADAS DO CONHECIMENTO - UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA/2015

 

Dirigidas aos estudantes do 12º ano de escolaridade ou de ano pedagogicamente equivalente, de escolas dos subsistemas público e privado, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa, funcionam em duas modalidades inclusivas de equipas constituídas por três alunos: a Modalidade de Prova Escrita e a Modalidade de Projeto.

 

Inscrições até 30 de abril de 2015 (inclusive);

Provas nacionais e apresentações dos projetos a 16 de maio de 2015, na UFP, Porto (PT).

 

O regulamento e o procedimento de inscrição dos concorrentes estão disponíveis em: http://olimpiadas.ufp.edu.pt/home

GONÇALO M. TAVARES NA 60ª FEIRA DO LIVRO DE POA   - 4 DE NOVEMBRO

Nasceu em 1970, em Luanda. Passou a sua infância em Aveiro. Publicou a sua primeira obra em dezembro de 2001. Editou romances, contos, ensaio, poesia e teatro.
Em Portugal recebeu vários prémios, entre os quais: o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004, com o romance Jerusalém; o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores "Camilo Castelo Branco" com Água, Cão, Cavalo, Cabeça.
Prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 (Brasil); Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália); Prémio Belgrado Poesia 2009 (Sérvia); Nomeado para o Prix Cévennes 2009 - Prémio para o melhor romance europeu (França).
Os seus livros estão a ser editados em trinta e cinco países e deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, peças radiofónicas, curtas-metragens e objectos de artes plásticas, dança, vídeos de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, entre outras obras.

Estará presente na 60ª Feira do Livro de POA no dia 4 de Novembro, para um debate no Auditório Barbosa Lessa - Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, às 18h30, sobre o tema Iluminando palavras, seguido de uma sessão de autógrafos, na Praça de Autógrafos, às 20h, do seu novo livro "Matteo perdeu o emprego" (leia aqui sobre o livro)

NUNO CAMARNEIRO NA 60ª FEIRA DO LIVRO DE POA   - 6 DE NOVEMBRO


Nuno Camarneiro nasceu em 1977, na Figueira da Foz e licenciou-se em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra, onde se dedicou à investigação durante alguns anos. Foi membro do GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e do grupo musical Diabo a Sete, tendo ainda integrado a companhia teatral Bonifrates. Trabalhou no CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) em Genebra e concluiu o doutoramento em Ciência Aplicada ao Património Cultural em Florença. Em 2010 regressou a Portugal, sendo actualmente investigador na Universidade de Aveiro e professor do curso de Restauro na Universidade Portucalense do Porto. Começou por se dedicar à micronarrativa, tendo alguns dos seus contos sido publicados em colectâneas e revistas.

Nuno Camarneiro estreou-se em 2010 com o romance "No meu peito não cabem pássaros", presenteando-nos agora com a obra "Debaixo de algum céu",  que venceu o Prémio LeYa 2012.

Neste romance Nuno Camarneiro faz de um prédio de apartamentos à beira-mar o tecido conjuntivo da vida quotidiana de várias personagens - saídas da gente comum da nossa actualidade, mas também por isso carregadas de potencial significativo". Para o autor este livro é "uma exploração da ideia de purgatório": "Quase todo passado dentro de um prédio e em oito dias, entre o Natal e o Ano Novo, e cada inquilino atravessa durante esse período o seu purgatório pessoal", explica.

lei mais sobre o livro aqui ...

 

DIONÍSIO VILA MAIOR NA FEIRA DO LIVRO DE POA - 8 DE NOVEMBRO

Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (variante de Português/Francês), na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1988), com Mestrado em Teoria da Literatura e Literatura e Doutoramento em Literatura Portuguesa, pela Universidade Aberta, o Prof. Dr. Dionísio Vila Maior tem dedicado a sua vida ao estudo e ensino da nossa lingua mater, com funções de Coordenador dos 1º, 2º e 3º Ciclos em Estudos Portugueses e Lusófonos, de Júri de Seleção e Seriação dos candidatos ao Curso de Doutoramento em Estudos Portugueses, de conferencista e palestrante, contando ainda no seu curriculum com várias públicações e manuais nesta área académica.

Traz à feira do Livro de POA uma palestra sobre o tema: "FERNANDO PESSOA: O MESTRE LITERÁRIO DA SIMPLICIDADE?"

uma reflexão sobre os ensinamentos que podemos retirar da poesia de Fernando Pessoa, em que será acompanhado pela sua convidada, Carina Duarte.


SÁBADO, 08 DE NOVEMBRO . SALA O RETRATO NO CCCEV . 17H30      PATROCÍNIO :

 

CÉSAR MIRANDA e "MENINO DEUS, NOSSO BAIRRO - HISTÓRIAS E ESTÓRIAS - 12 DE NOVEMBRO

 

César Adriano Silva Miranda, 59 anos, um dos luso-brasileiros mais emblemáticos da comunidade,  foi presidente da Associação do Comércio do Mercado Público e da Casa de Portugal em Porto Alegre (2009/2011), sendo atualmente, diretor do Instituto Cultural Português.

Apresenta na feira do Livro de POA 2014, o 2º Volume da obra da sua autoria "Menino Deus nosso bairro - histórias e estórias". Como na edição anterior, convidou outros autores para dividir com eles as cem páginas de crônicas e recordações a respeito do antigo “arraial”. Além de textos, a obra traz fotos do Bairro, suas gentes e costumes.

 

Quarta, 12 de novembro, às 20:00, na Praça de Autógrafos a Feira do Livro.

Mestrados em gestão da Nova e da Católica nos 50 melhores para o Financial Times

Dois mestrados em gestão portugueses, das escolas de economia da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade Católica Portuguesa, fecham este ano o top 50 das melhores formações de nível master no 'ranking' elaborado pelo jornal britânico Financial Times.

 

 

Esta publicação avalia anualmente as 70 melhores formações em gestão ao nível dos mestrados e este ano, colocando o curso da Nova Business School of Economics

(SBE) na 48.ª posição (seis lugares acima do 54.º posto ocupado em 2013) e o curso da Católica Lisbon School of Business and Economics imediatamente abaixo, no 49.º lugar (acima do 52-º posto ocupado em 2013).

 

Para a Nova SBE o 'ranking do Financial Times demonstra ainda que entre mestrados que integram a lista este é aquele que tem o 39.º melhor retorno face ao investimento realizado. O salário de um diplomado pela Nova SBE é, actualmente, de cerca de 32 mil euros anuais, e a taxa de empregabilidade para quem termina o mestrado é, ao fim de três meses, de 85%.

 

No caso do mestrado da Católica, esta formação superior apresenta o 43.º melhor retorno face ao investimento feito, e os seus diplomados ganham, anualmente, cerca de 30 mil euros. A taxa de empregabilidade é, no entanto, superior à da Nova SBE, com um registo de 97%.

 

No entanto, a Nova SBE lecciona também o quinto melhor mestrado em gestão, criado pela rede CEMS, uma aliança global de dezenas de universidades e empresas que desenvolveu uma formação especializada e que pretende formar gestores de topo. A formação da rede CEMS subiu dois lugares face a 2013.

 

Este mestrado é visto pelo Financial Times como o 2.º melhor em termos de retorno face ao investimento e tem uma taxa de empregabilidade ao fim de três meses de 93%. O salário anual dos diplomados é superior a 48.500 euros anuais.

 

O 'ranking' de 2014 volta a ser liderado pela universidade suíça St. Gallen. Em segundo lugar está um mestrado da francesa HEC Paris, e em terceiro lugar ficou posicionada outra instituição francesa, a Essec Business School

Aeroportos: Tecnologia portuguesa é testada em Brasília

PF usa portões eletrônicos de controle migratório no aeroporto de Brasília. Com o lançamento do Rapid, equipamento vai automatizar entrada de brasileiros e portugueses que estiverem chegando ou indo para o exterior.

O ministro português Paulo Portas e o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, no lançamento do projeto Rapid. Fotos: Foto: Renato Araújo/ABr

Nesta terça-feira, 26 de julho, o Brasil inicia a primeira fase do projeto piloto para uso de portões eletrônicos de controle migratório no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília.

 

Conhecido como RAPID (Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente), o sistema visa a tornar mais ágil e segura a circulação de viajantes. A intenção é estudar a adoção de novas tecnologias no controle migratório brasileiro para utilização em aeroportos das cidades sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

 

Este projeto é o resultado de um acordo da Polícia Federal com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal e a tecnologia é portuguesa.

 

A solenidade de lançamento do projeto piloto, às 16h30 horário local, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, contou com a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas, além do

secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Teles Barreto, e do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra.

 

De acordo com a Polícia Federal, foram cedidos pelo governo português dois portais, que estão instalados no Aeroporto Internacional de Brasília. Um deles está na área de embarque e outro no desembarque internacional. Na primeira fase, brasileiros e portugueses com passaportes eletrônicos diplomáticos ou oficiais (com chip) poderão realizar o controle de imigração nos portões eletrônicos disponíveis nos Aeroportos Internacionais de Brasília e Lisboa.

“Há previsão de que até o fim do ano os brasileiros que tenham o novo passaporte brasileiro comum eletrônico (com chip) também possam passar pelos e-gates” aponta a PF.

 

O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, participa do lançamento do projeto Rapid – leitor automatizado de passaportes, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek.

Funcionamento

 

Os portões eletrônicos já existem em países como Portugal, Inglaterra e Austrália. O equipamento, de forma eletrônica, verifica a autenticidade do documento de viagem; captura dados qualificativos do passageiro para realização de pesquisa em bancos de dados e registro do movimento (saída ou entrada do país). Além disso, confere se o documento apresentado pertence ao viajante.

Se o documento for validado e não houver restrições para a viagem, é liberado o acesso para um ponto onde será confirmada a identidade do viajante, por meio da comparação entre a fotografia armazenada no chip com a imagem capturada pelo equipamento. Confirmada a identificação, o passageiro é liberado para prosseguir no seu embarque ou desembarque, com o registro automático das informações no sistema de controle de entrada e saída de pessoas do país.

Estas ações são acompanhadas por um agente de imigração em cabine de inspetor mantida separadamente, a qual tem potencial para acompanhar o funcionamento de um conjunto de portais, otimizando os recursos empregados no controle migratório.

 

Por mundolusiada | 26 julho, 2011 as 4:45 pm |

BIS - Banco de Inovação Social

 

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa deu a conhecer a constituição do BIS – Banco de Inovação Social, uma iniciativa que visa apoiar projetos de carácter social, promovendo o empreendedorismo e a inovação nesta área.

 

O BIS - Banco de Inovação Social é uma plataforma que agrega 27 parceiros - instituições e entidades públicas, privadas e da Economia Social - que decidiram por em comum os seus ativos de conhecimento, a sua experiência e as suas competências técnicas e logísticas, para:

 

  • Promover da Inovação Social através da experimentação, de base científica e aplicação prática, do apoio à criatividade e formas inovadoras de colaboração social, destinadas a criar produtos e serviços socialmente inovadores e capazes de dar melhores respostas às necessidades sociais;

  • Promover um empreendedorismo de cariz e valor social;

  • Promover uma cultura de inovação social e de empreendedorismo social;

  • Criar um Fundo de Investimento Social - Fundo BIS que invista na inovação social;

  • Participar nas redes nacionais, europeias e internacionais de inovação social;

  • Criar uma Bolsa de Tutores que colaborem, através do voluntariado, para o cumprimento da missão do BIS.

  • Ver mais informações em:

    www.bancodeinovacaosocial.pt

    www.facebook.com/bancodeinovacaosocial.pt

    www.scml.pt/areas_de_intervencao/empreendedorismo_e_economia_social

 

Portugal organiza Congresso Mundial de Turismo de Culinária em 2015

 

O Estoril vai ser o palco de um dos mais importantes eventos mundiais de gastronomia.

 

Portugal foi o país escolhido para receber, em 2015, o Congresso Mundial de Turismo de Culinária.  A riqueza e variedade gastronómicas, bem como a história e cultura da cozinha portuguesa foram fatores decisivos que contribuíram para a vitória da candidatura da APTECE - Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia.  “Comida com Histórias” foi o tema da candidatura, que espelha a comunhão entre tradição e modernidade da cozinha portuguesa.

É a primeira vez que o congresso, referência mundial no âmbito do turismo de culinária e gastronomia, se realiza em Portugal, atraindo ao nosso país centenas de profissionais desta cada vez mais importante área da economia nacional.

O Congresso Mundial de Turismo de Culinária pretende ser um espaço de diálogo e troca de conhecimentos sobre as tendências em turismo de gastronomia e apoiar a indústria a inovar nos seus modelos e processos de negócio, desenvolvendo o networking e fomentando novas parcerias e negócios.

A decorrer no Estoril, de 8 a 11 de abril de 2015, o Congresso Mundial de Turismo de Culinária vai receber mais de 500 participantes de todo o mundo para aquele que é considerado o maior e mais importante evento de gastronomia mundial. A próxima edição do certame vai ser organizada pela APTECE, que já colocou Portugal nas rotas gastronómicas mundiais.

 

expresso.sapo.pt

800 NOS DA LÍNGUA PORTUGUESA - MOVIMENTO 2014

Este é o precioso primeiro documento escrito em 27 de junho de 1214 em lingua portuguesa

Nos 800 anos da língua portuguesa, a Torre do Tombo exibe o Testamento de D. Afonso II, o mais antigo documento escrito na nossa língua.

É um dos tesouros guardados na casa-forte da Torre do Tombo e que está hoje em exibição, para assinalar os 800 anos da língua portuguesa.

Com data de 27 de junho de 1214, o Testamento de D. Afonso II teve 13 cópias, mas apenas duas sobreviveram até aos nossos dias: uma encontra-se na Torre do Tombo, a outra nos arquivos da Catedral de Toledo.

A chefe de Divisão de Tratamento Técnico Documental e Aquisições da Torre do Tombo, Fátima Ó Ramos, explica que se pretende mostrar a “caminhada” da língua portuguesa iniciada no século IX.

 

Por isso, além do Testamento de D. Afonso II, vão estar também em exibição dois documentos de 1175: Notícia dos fiadores e Notícia de torto, nos quais se destaca a mistura do Latim com palavras “aportuguesadas”.

Os três documentos podem ser vistos esta sexta-feira, na Torre do Tombo, em Lisboa, até às 19:30.

Manifesto

“A língua que falamos não é apenas comunicação ou forma de fazer um negócio. Também é. Mas é muito mais.

É uma forma de sentir e de lembrar; um registo, arca de muitas memórias; um modo de pensar, uma maneira de ser – e de dizer. É espaço de cultura, mar de muitas culturas, um traço de união, uma ligação. É passado e é futuro; é história. É poesia e discurso, sussurro e murmúrios, segredos, gritaria, declamação, conversa, bate-papo, discussão e debate, palestra, comércio, conto e romance, imagem, filosofia, ensaio, ciência, oração, música e canção, até silêncio. É um abraço. É raiz e é caminho. É horizonte, passado e destino.

Na era da globalização, falar português, uma das grandes línguas globais do planeta, que partilha e põe em comum culturas da Europa, das Américas, de África e da Ásia e Oceânia, com centenas de milhões de falantes em todos os continentes, é um imenso património e um poderoso veículo de união e progresso.

Em 27 de Junho de 2014, passam oitocentos anos sobre o mais antigo documento oficial conhecido em língua portuguesa, a nível de Estado – o mais antigo documento régio na nossa língua, o testamento do terceiro rei de Portugal, Dom Afonso II.

Neste dia, queremos festejar esses oito séculos da nossa língua, a língua do mar, a língua da gente, uma grande língua da globalização. Fazêmo-lo centrados nesse dia e ao longo de um ano, para festejar com o mundo inteiro esta nossa língua: a terceira língua do Ocidente, uma língua em crescimento em todos os continentes, uma das mais faladas do mundo, a língua mais usada no Hemisfério Sul. Celebramos o futuro.

Em qualquer lugar onde se fala Português, 27 de Junho de 2014”

 

esteja a par em : https://pt-br.facebook.com/Movimento2014

UTAD abre inscrições para estudantes internacionais.

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) já aceita inscrições de alunos brasileiros com avaliação do ENEM
1ª fase de candidaturas já está aberta - até 14 de Julho
2ª fase de candidaturas - de 1 a 31 de Agosto.

Mais informações e quadro de equivalências de ENEM em:
http://www.utad.pt/vPT/Area2/servicos/ServicosAcademicos/concursos/aes/Paginas/EstInt2014/enem.aspx

 

Mensagem do Presidente da República por ocasião do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas - 10 de Junho de 2014

 

Portugueses e Luso-descendentes,

Este ano, as Comemorações do dia 10 de junho têm lugar na cidade da Guarda.

Cidade fortaleza e bastião da fronteira portuguesa, a Guarda desempenhou, desde os alvores da nacionalidade, um papel fundamental na consolidação da nossa independência e na preservação da integridade do território nacional. A cidade da Guarda é, por isso, símbolo maior da vontade indomável dos Portugueses de permanecerem um povo livre e independente.

O 10 de junho é o dia em que celebramos Portugal, Camões e as Comunidades Portuguesas. É também neste dia que, com a grande família dos Portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro, refletimos em conjunto sobre o nosso passado comum e os desafios que o futuro nos reserva.

Dirijo-me, pois, muito calorosamente, à Diáspora Portuguesa e aos Luso-descendentes, àqueles que são nossos embaixadores por excelência nos países onde vivem e trabalham.

O vosso exemplo, a vossa determinação e a forma como representam o nosso País são motivo de orgulho e de esperança para Portugal.

Este ano, celebramos os 40 anos do 25 de abril. Aproveitei a data para promover uma reflexão sobre o aprofundamento da cidadania democrática, a cultura do compromisso e a importância do conhecimento e da inovação para o desenvolvimento económico e social do nosso país. Estes são temas que convocam as aspirações e os ideais mais profundos do 25 de abril.

Os Portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro têm, também eles, o dever cívico de projetar no futuro as ambições desse abril de 1974 e de manter vivo este legado da nossa história coletiva.

Percorremos juntos um longo caminho para construir um Portugal livre e democrático, um país mais desenvolvido, com padrões e expectativas semelhantes às dos restantes Estados da União Europeia.

Apesar do caminho que fizemos, continuamos insatisfeitos. É saudável que assim seja. É sinal de que não nos resignamos, que ambicionamos viver num país melhor. Num país que atraia o regresso dos que partiram e onde os nossos filhos e netos possam usufruir de maiores níveis de bem-estar.

Nas minhas visitas ao estrangeiro, tenho encontrado Portugueses notáveis. Empreendedores, artistas, empresários, gestores e cientistas altamente qualificados.

Visitei Comunidades de Portugueses e Luso-descendentes com uma extraordinária vitalidade, que gozam de grande prestígio junto dos países de acolhimento.

Milhares de Portugueses, apesar de viverem longe, querem cultivar e reforçar os laços com a sua terra de origem.

Com elevado espírito de patriotismo, as Comunidades Portuguesas no estrangeiro têm-me transmitido, em múltiplas ocasiões, o seu interesse em contribuir para o desenvolvimento do País.

É esse, precisamente, o apelo que vos dirijo.

Neste dia, que é também vosso, para todos e para as vossas famílias, os meus votos de sucessos profissionais e pessoais.

Bem-hajam pelo muito que fazem pelo nosso e vosso País. Portugal agradece.

Aníbal Cavaco Silva

 

Universidade de Coimbra abre inscrições para alunos brasileiros com avaliação ENEM

 

1ª Fase de candidaturas: 19 de maio a 13 de junho de 2014

2ª fase de candidaturas: 21 a 31 de julho de 2014

 

Mais informações em: http://www.uc.pt/candidatos-internacionais  e http://www.uc.pt/brasil

 

 

 

 

Alberto Costa e Silva vence Prémio Camões 2014

 

 

 

 

   Poeta e historiador foi distinguido por unanimidade com o prémio mais importante da criação

   literária em língua portuguesa. O escritor Mia Couto, o último premiado, diz que o brasileiro faz o

   trabalho de resgatar a memória de África "com arte e elegância". Ao PÚBLICO o escritor disse ter

   ficado perplexo e nunca ter cogitado recebê-lo.

  

    Uma distinção justa a um nome que merece um reconhecimento maior.

 

O poeta brasileiro, memorialista, ensaísta e historiador especialista em África Alberto da Costa e Silva foi o escolhido do júri, é ele o Prémio Camões 2014, a distinção mais importante da criação literária em língua portuguesa. A escolha pode constituir uma supresa para alguns ( e foi-o para o próprio) mas a decisão foi tomada em unanimidade, anunciou o júri esta sexta-feira. Alberto da Costa e Silva, de 83 anos, sucede assim ao moçambicano Mia Couto, vencedor do Prémio Camões 2013.

"Mantendo a mesma elevada qualidade literária em todos os géneros que praticou, a sua refinada escrita costurou uma obra marcada pela transversalidade", começou por dizer Affonso Romano de Sant’Anna, presidente do júri, que leu a acta da decisão do prémio aos jornalistas. "A obra de Alberto da Costa e Silva é também uma contribuição notável na construção de pontes entre países e povos de língua portuguesa", continuou o brasileiro.

Questionado pelo PÚBLICO sobre a escolha do historiador, Affonso Romano de Sant’Anna explicou que para se chegar ao premiado foram vários os nomes falados, o processo de escolha "passou de alguma maneira em revista o que nós sabemos da cultura brasileira, portuguesa e africana mas fixou por unanimidade no nome de Alberto Passos Silva, um exemplar dessa cultura".

Para o académico e escritor brasileiro Antonio Carlos Secchin, que integrou o júri deste ano, Alberto da Costa e Silva "é um escritor que estuda a História". "Quando se pensa num discurso do historiador muitas vezes não se atenta também para a qualidade literária desse discurso e o Alberto da Costa e Silva consegue ser um escritor antes de tudo", defendeu Secchin, destacando ainda "as qualidades superiores" do premiado. "Espero que a esta distinção corresponda uma projecção do nome dele", acrescentou ainda o jurado para quem Alberto da Costa e Silva "merece ser reconhecido como um dos maiores intelectuais vivos" do Brasil. "O desejo do júri foi expandir o conhecimento da sua obra para um universo lusófono bem maior do que aquele em que ele é actualmente conhecido."

Numa breve conversa telefónica a partir Brasil, com algumas interferências na ligação por não se encontrar em casa e estar ao telemóvel num sítio sem as melhores condições acústicas, o historiador disse ao PÚBLICO que “foi com grande surpresa” que recebeu a notícia de que lhe tinha sido "outorgado" o Prémio Camões 2014 já que não estava nas suas "cogitações". “Um prémio que tem sido instituído aos maiores escritores de língua portuguesa”, acrescentou. “De maneira que foi com grande surpresa, com perplexidade mesmo, só depois é que me dei conta que devia ter manifestado minha alegria e meu grande orgulho por essa alta distinção que me foi agora dada."

Além de Affonso Romano de Sant’Anna e Antonio Carlos Secchin, integraram o júri desta 26ª edição o premiado do ano passado, Mia Couto, em representação de Moçambique, o escritor angolano José Eduardo Agualusa, Rita Marnoto, professora associada da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e José Carlos Vasconcelos, director do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias.

Alberto Costa e Silva, nascido em São Paulo em 1931, foi embaixador do Brasil em Portugal. Papel destacado pelo director do Jornal de Letras. "Nos seus dois volumes de memória, até agora publicados, o segundo tem uma parte que é exactamente passada em Portugal", lembrou José Carlos Vasconcelos. "É um excelente testemunho sobre um período da história de Portugal."

 

Jornal O Público


Leia também a autobiografia que Alberto Costa e Silva escreveu para o Jornal de Letras, em 12 de Abril de 2006: http://visao.sapo.pt/alberto-costa-e-silva-vence-premio-camoes=f783000#ixzz36tZIPIiG

 

Mensagem do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas por ocasião do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A todos, quero transmitir uma palavra de confiança nos resultados do enorme esforço colectivo que a Nação Portuguesa está a realizar para garantir um futuro melhor. Essa confiança é talvez o maior fator de esperança no futuro.

Os resultados já obtidos dão-nos razões para estarmos confiantes e simultaneamente obrigam-nos a não baixar os braços nesta autêntica epopeia de salvação nacional, na qual as nossas Comunidades têm sabido desempenhar um papel ímpar de solidariedade e ajuda ao desenvolvimento do nosso País.

A todos os membros das nossas Comunidades agradeço o fantástico contributo para o nosso País, o aumento das remessas financeiras, os investimentos realizados, a divulgação da nossa imagem e dos nossos produtos e o apoio à atividade turística.

A proximidade entre todos nós, Portugueses, residentes em Portugal ou no exterior, é um dos maiores desafios que temos pela frente. Por isso, continuaremos a lutar para alcançarmos objetivos em torno do aumento da participação cívica e política, da ligação com os luso-descendentes, da criação de novas redes de protagonistas das diversas comunidades, da aproximação das estruturas do Estado a cada Comunidade e da valorização da Língua Portuguesa.

Temos a certeza que com a unidade e o envolvimento de todos teremos sucesso e Portugal será bem melhor no futuro.

 

José Cesário

 

 

 

 

No dia 10 de junho celebramos o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Trata-se do nosso Dia Nacional, no qual recordamos o grande poeta Luís Vaz de Camões e

homenageamos igualmente as Comunidades Portuguesas que se encontram um pouco por todo o Mundo.

É um dia de festa, de reencontro mas também de reflexão sobre o nosso passado histórico, os desafios do nosso presente e os caminhos que desejamos percorrer no futuro.

Entre a nossa Diáspora é o dia em que celebramos com as Comunidades de acolhimento e em que evocamos o sucesso de muitos de nós que ajudam a engrandecer o nome de Portugal.

Celebramos a história, a Língua e os êxitos do País, os desafios vencidos, os obstáculos superados, os problemas que resolvemos.

Mas, neste dia, há muito que nos habituámos também a olhar para as nossas dificuldades, para as questões que ainda não conseguimos ultrapassar, para os que sofrem, em Portugal ou no estrangeiro, para as famílias divididas pela necessidade da emigração, para as crianças que se esforçam para se adaptarem a novos ambientes escolares, para os que sentem a pobreza ou o desemprego.

A todos, os que experimentam o sucesso e os que vivem dificuldades, dirijo uma saudação muito amiga.

A todos, dou a certeza do nosso total empenhamento e disponibilidade para lutarmos e resolvermos os problemas que nos limitam.

 

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